quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Lucas, 8: 16 e 17

Ninguém acende uma vela e a cobre com um vaso ou a põe debaixo da cama; mas põe-na sobre um candeeiro, para iluminar os que entram. Porque não há coisa oculta, que não acabe por se manifestar, sem secreta que não venha a ser descoberta.

É isso aí!!!!!

"Creio bastante na sorte. E tenho constatado que, quanto mais eu trabalho, mais sorte eu tenho".
Thomas Jefferson

Conselho da tia Dri

USE FILTRO SOLAR.


Conselho da tia Dri


Valorize-se.

"Eu acredito que quem não tiver embaixo dos pés da alma
areia de sua terra, não resiste aos atritos de sua própria vida:
acaba inodoro, insípido, incolor, parecido com todos".
Câmara Cascudo.

A etimologia da palavra sincero

Retirei do site do amigo Fernando Atique porque o define, por isso, o admiro. Mas também me deifine. Eu sou sincera. Amada e odiada por causa disso. Mas fiel a mim, antes de tudo....

"A palavra sincera foi inventada pelos romanos. Eles fabricavam certos vasos de uma cera especial. Essa cera, às vezes, tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. Em alguns casos, chegava-se a distinguir um objeto; colar, uma pulseira ou um dado, que estivesse colocado no seu interior.
Para o vaso assim, fino e límpido, dizia o romano vaidoso: como é lindo! Parece até que não tem cera!
"Sine cera" queria dizer "sem cera", uma qualidade de caso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes e da antiga cerâmica romana.
O vocábulo passou a ter um significado muito elevado. Sincero, é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.
O sincero, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos do coração.
SINCERA é uma palavra doce e confiável, é uma palavra que acolhe.... E essa é uma palavra que deveria estar no vocabulário de toda alma.
Fonte: BrasilGospel

terça-feira, 20 de outubro de 2009

O que nós vemos das coisas são as coisas. (Alberto Caeiro, 13-3-1914)

O que nós vemos das coisas são as coisas.
Por que veríamos nós uma coisa se houvesse outra?
Por que é que ver e ouvir seria iludirmo-nos
Se ver e ouvir são ver e ouvir?

O essencial é saber ver,
Saber ver sem estar a pensar,
Saber ver quando se vê,
E nem pensar quando se vê,
Nem ver quando se pensa.

Mas isso (triste de nós que trazemos a alma vestida!),
Isso exige um estudo profundo,
Uma aprendizagem de desaprender
E uma sequestração na liberdade daquele convento
De que os poetas dizem que as estrelas são as freiras eternas
E as flores as penitentes convictas de um só dia,
Mas onde afinal as estrelas não são senão estrelas
Nem as flores senão flores,
Sendo por isso que lhes chamamos estrelas e flores.

A exceção e a regra (Bertold Brecht)

"Estranhem o que não for estranho.
Tomem por inxeplicável o habitual.
Sintam-se perplexos ante o cotidiano.
Tratem de achar um remédio para o abuso
Mas não se esqueçam que o abuso é sempre a regra".